sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Começou o mês do forró


Segundo dia do mês no qual os nordestinos, mais do que qualquer outra população conjuga, com euforia, o verbo criado por eles, FORROZAR! Pois, que forrozemos, também, em todos os outros dias ao som de um autêntico forró pé-de-serra ou de um forró universitário; tanto faz, desde que tenha uma boa sanfona tocando no ritmo certo, acompanhando as batidas do coração. O importante é termos alegria na vida, um sorriso bonito no rosto e uma vontade de pisar firme no chão, como se estivéssemos dançando um gostoso xaxado

Psiu!!!


No silêncio dizemos tantas coisas, escondemos tantas emoções, que só as janelas indiscretas dos olhos deixam transparecer


Castelos de areia...são lindos... estão às nossas mãos...mas se desfazem com um soprinho de nada!!!
(E. Regina)
                                         
Não me arrependo dos amores, apenas lamento as dores que eles me causaram.
(E. Regina)


Se me perguntares: para que ter Fé?? Eu te responderei: para seguir em frente, para ter um rumo, para continuar em pé. Para sentir-me segura, para saber que Nele eu tenho amparo, para ver tudo bem mais claro. (E.Regina)

Vulcão de amor

E como ama muito sente a falta de amor para lhe corresponder...para lhe devolver seu amor na mesma moeda. Acumulam-se os carinhos, amontoam-se as boas lembranças.
Cultiva os sonhos como se fossem sementes ...que germinarão flores de sentimentos nobres. A visão de um belo jardim prestes a se formar em sua vida deserta, porém desperta. 
Esperta, põe-se a escutar canções que lhes dão boas sensações e lhes deixam com uma aparente expressão de calma....de tranquilidade. Só aparentes, posto que é vulcão....prestes a eclodir... circundado de neve...como numa bela paisagem.
( E. Regina)

terça-feira, 13 de maio de 2014

Um simples Bom dia!!!


                                 

Há muito tempo atrás
passava todo  fogoso
Um belo trem prateado
com um casal amoroso

Pegavam os dois esse trem
sempre na mesma estação
sentavam juntos, abraçados
sempre no mesmo trem,
sempre no mesmo vagão

O tempo foi passando
os dois se distanciando
Um ia no trem
e o outro caminhando

A pedido da dama triste
o atento maquinista
apitava sempre que via
o homem a frente andando
E assim a dama insiste

Acenava ela com seu lenço
E o homem muito tenso
Fingia que nada via


Passaram-se assim vários dias
A dama então pensou:
Não aceno mais com o lenço,
o que era doce acabou.

Restou apenas a saudade
De um passeio bonito
De um amor sem atrito
Sem adeus, sem despedida

Passado então muito tempo,
Com chuva, sol e bons ventos
A bela jovem não tinha
Mas ninguém no pensamento

Sobe ela num trem
Com o pensar bem além
Junto a ela  um assento vazio
Como há muito existia.
Sem nem pedir com licença
Alguém senta é dá BOM DIA!!

Do nada ela sentiu
Uma grande alegria
Aquele alguém ocupou
O vazio que havia
Admirada pensou:
Como pode  um alguém
Mudar sua vida vazia??

Mudou, achou o amor
Tudo com um simples BOM DIA !!!!




Campo aberto


Derrubei todos os muros e me cerquei de esperanças. Plantei flores ao meu redor e, pacientemente, esperei as borboletas surgirem nesse jardim. Enxuguei todas as lágrimas e refiz minha maquiagem. É tempo de paz. É tempo de espera. É tempo de silêncio, de rezas, de meditação.Tempo de acalmar meu coração. Recolhi-me cedo para admirar as estrelas....adormeci. Um raio de sol banhou a minha face, olhei para o jardim e vi surgir um belo botão em flor. Não sei ao certo de qual cor será a rosa. Não importa a cor, importa a rosa.

Eu menina



 E porque me chamas de menina eu me encanto e aqui deste canto meu coração soa borboletas. Olho para o céu e o vejo azul violeta, daltonismo de quem sonha e pensa tolices. Enfim, saiu do casulo, me espreito pelas brechas do muro e vejo um quintal florido. Sinto meus dedos, condoídos, rígidos. Meus ouvidos me feriam as palavras, mesmo aquelas saídas do fundo de min'alma, para meu consôlo. Insegurança, desconfiança que essa liberdade seja ficta, passageira. Romperam-se tantas grades desta vida,  que o sol, agora, me espanta, me encandeia, mas me enche de esperança.  
Enfim,  livre como inseto fora da teia!
Ouço o vento ordenar:  Corre  como criança, há um imenso campo a tua espera, te veste de quimera, arma-te com teu carinho e te entrega! Existem poucas e raras pontes nessa terra, uma está a tua frente. Não te finjas de demente. Sente, que tudo está do lado de lá, onde terás outro nome, outro perfume e te livrarás do lume do infernos que viveste do lado de cá.
       

Ode ao Pequeno Príncipe


       
Travesti-me de raposa e antecipei-me a tua chegada. Fiquei calma a tua espera. Sabia que cedo ou tarde, hoje ou amanhã, darias bom dia. Acordei-me antes do romper da aurora. Esperava eu, agora rosa, ser aquela onde descobririas que a procura havia terminado. Sei que as flores são estranhas, mas eu sou especial pois me cativastes. E por isso serei única. Sabes? "Tu és responsável por aquilo que cativas". Meu mundo continua pequeno e nele ainda não vendem amores. Por isso os amigos são caros e raros, mas os que cativei e me cativaram são fiéis e eu a eles. Quando as pessoas passam por nossa vida, nós cativam, sentimos o amor. Daí nunca mais seremos os mesmos pois, "cada pessoa é única, cada amor é único". uns passam e deixam algo de si, outros passam e levam um pouco de nós e outros não deixam ou levam nada. Amam por amor. Portanto, a cada amor nós tornamos diferentes. Aprendi que o amor não  deve ser possessivo; se quer escravizar não é amor, é posse. Amor é livre. "Só se deve exigir de alguém aquilo que se pode dar". Por ti me esforçarei a ser a mais bela das flores, tendo várias camadas de pétalas. As que existem por aí são simples, comuns.
Não espero que tenhas os cabelos com cachinhos dourados, sei que os tens platinados, nem que uses manto azul, conheci tua imagem com terno preto, camisa branca; pois que a roupa seja uma qualquer. É só uma embalagem. " O essencial é invisível aos olhos". Se me cativares tudo em ti irá me encantar.